Descritivo Técnico
O Guia Vertical busca atender empresas e profissionais do ramo de turismo de aventura. Oferecendo orientação e acompanhamento profissional para toda e qualquer atividade em ambiente natural. Com foco nas mais avançadas normas de gestão de segurança existentes. Com mais de 10 anos de experiência na pratica e implantação de projetos, na área de esporte de aventuras, com resultados positivos em todas atividades promovidas, sempre viabilizando o melhor projeto para suas necessidades.
29 de jun. de 2012
Pinzer - Ancoragem temporária de cordas fixas em portas.
Descritivo Técnico
11 de mai. de 2012
Nó é culpado pela morte de Alpinista

1 de mai. de 2012
Recuperación para sustitución del GRIGRI 2
Recuperación para sustitución del
GRIGRI 2
Afecta a las referencias D14 2O, D14 2G, D14 2B, cuyas 5 primeras cifras
del número de serie estén comprendidas entre el 10326 y el 11136
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Información
Cuando la empuñadura queda
bloqueada en esta posición, se anula el
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Respuesta de Petzl
«Aunque el riesgo potencial
de deterioro de la empuñadura sea muy bajo,
Romain Lécot |
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Si posee un GRIGRI 2,
referencias D14 2O, D14 2G, D14 2B, cuyas
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23 de abr. de 2012
Mosquetão desgastado corta corda de escalada.
10 de abr. de 2012
4 de abr. de 2012
Fator de queda
- Ancoragem (pontos de proteção) - 25kN (2500kg)
- Mosquetões - 20kN (2000kg)
- Fitas - 22kN (2200kg) - 15kN (1500kg)
- Baudrier
23 de mar. de 2012
20 de mar. de 2012
18 de mar. de 2012
17 de mar. de 2012
Tirolesa Expo Umuarama 2012
Um pequeno resumo do que foi a tirolesa Expo Umuarama 2012, estamos editando todas imagens ...aguardem, evento realizado pelas empresas Guia Vertical - http://www.guiavertical.com/ e ADN Multipla.
7 de mar. de 2012
20 de fev. de 2012
Projeto Expo Umuarama 2012
A construçao da Tirolesa com aproximadamente 200 mtrs, esta a todo vapor, estamos correndo para entregar até o dia 25/02, bora trabalhar,,,,
25 de jan. de 2012
15 de jan. de 2012
14 de jan. de 2012
Como estaiar uma torre.
Alguns cuidados quanto a instalação da TorreNo caso de se instalar um para-raio, o cabo de descida do
Torres acima de 15 metros devem ser sinalizadas com
lâmpada de topo conforme Normas da Força Aérea.
Nos estaios pode-se usar cordoalha de aço ou cabo de aço.
Usar esticadores p/ esticar os estaios e balizar a torre.
Não ligar o aterramento dos equipamentos ao terra do para-raio.
Não fixar os estaios em árvores e também evitar fixá-los em
muros fracos ou pontos não confiáveis.
Para Saber mais acesse: www.guiavertical.com
22 de dez. de 2011
TRANSPORTE AEROMÉDICO: EVOLUÇÃO E HISTÓRIA
"Um acidente grave, lugar de dificil acesso, necesidade de rapidez de remoçao...minutos podem ser fundamental para definir uma vida...
Fora uma equipe de resgate eficas , uma ferramenta fundamental para um bom suscesso de um resgate técnico, é o elicoptero...
para intender mais onde tudo começou vamos ver um pouquinho de historia..."
19 de dez. de 2011
14 de dez. de 2011
Dicas para o Papai Noel
Na Flórida, um Papai Noel parece que ele está se preparando para sua noite de trabalho intenso dezembro 24-25, revendo a técnica de rapel. Respeitar, durante a preparaçao não sai como planejado: o nosso Papai Noel tem barba preso em seu aparelho descensor, e nós ainda não sabemos se ele conseguiu atingir o piso do centro comercial onde o evento aconteceu:
Assista ao vídeo de Santa Claus barba que ficou preso.
A Petzl, preparou um material dando alguns conselhos para o Papai Noel em uma folha de dados dedicada sobre:
rapel;
de volta na corda;
instalar um guincho para levantar e descer pela chaminé pelos elfos;
alguns conselhos dietéticos ...
8 de dez. de 2011
2012, ta chegando e alguns fabricantes ja disponibilizaram os seus catalagos de materiais, o e Guia Vertical compartilha com você, entre e confira as novidades.
6 de dez. de 2011
25 de mai. de 2011
A Corda de Canyoning - Seleção e técnicas de utilização
A corda é o equipamento mais perecível e mais problemático de gerir. No mercado existem diversas opções de cordas possíveis de utilizar em canyoning, mas ainda não existe a corda ideal, nem creio que alguma vez vá existir, poderão é existir cordas mais adequadas a determinadas funções.
Os aspectos essenciais para a selecção da corda são: resistência à abrasão, carga de ruptura, peso, diâmetro, alongamento, deslizamento da alma. Existem ainda outros aspectos a considerar: flutuabilidade, encolhimento, cor e preço.
As cordas dinâmicas são desaconselhadas devido ao seu alongamento que as tornar mais susceptíveis aos roçamentos e dificultar a ascensão.
De facto, as cordas utilizadas em canyoning deverão ser semi-estáticas ou mesmo estáticas.
Tanto se podem utilizar em simples como em duplo, consoante o diâmetro. Uma corda em duplo é sempre mais segura, principalmente se existirem roçamentos, mas mais incómoda no rapel. As cordas tipo B (em geral apresentam diâmetros inferior a 10mm) não devem ser utilizadas em simples, especialmente se existir a possibilidade de roçamentos.
Há poucos anos apareceram no mercado cordas destinadas especificamente ao canyoning, sendo que a sua principal característica é apresentarem a alma em polipropileno, o que lhes permitem flutuar. No entanto, são cordas menos resistentes à abrasão e podem mesmo danificarem-se com manobras aparentemente inofensivas. Geralmente são cordas tipo B que devem sempre ser utilizadas em duplo.
Como, caso se usem técnicas correctas, a flutuabilidade da corda não é um aspecto muito importante, grande parte dos técnicos de canyoning continuam a usar as clássicas cordas semi-estáticas, confeccionadas especialmente para a espeleologia. O diâmetro mais utilizado varia entre os 8mm (corda de socorro), 9mm (utilização desportiva) ao 10 a 10,5mm (utilização intensa e comercial). O principal inconveniente é de não flutuarem e ao fim de algum tempo ficam muito rígidas.
Assim, a corda de progressão a seleccionar, tal como o seu comprimento, deve estar condicionada pelo emprego que se lhe vai dar (individual, comercial, morfologia e rocha do meio, etc.).
A corda de socorro pode apresentar um diâmetro de 8 mm ou então um kevlar de 5,5mm. Alguns defendem que a corda de socorro deve ser dinâmica de 8 a 9mm, pois apresenta a vantagem de se poder utilizar no caso de ser necessário escalar para sair do canyon.
A minha opção pessoal passa por utilizar cordas semi-estáticas de 10 mm para utilização comercial ou intensiva e por uma corda semi-estática tipo B de 9 ou 9,5 mm, para uma utilização mais desportiva. Entre estas, destaco a Spelenium 9,5 Gold da Beal, por ser uma corda que comparativa com as concorrentes apresenta um alongamento bastante baixo (1,8%), cor amarela (mais fácil de detectar na água do que as brancas), um deslizamento da alma de 0% e um peso por metro bastante aceitável (55g).
O tamanho da corda é outro aspecto de difícil decisão. Quanto mais curta menos peso é necessário carregar, por isso o ideal é termos cordas de comprimentos diferentes e seleccionar as mais adaptadas aos canyonings que se vão realizar. Em todo o caso não esquecer que é fundamental levar 3 vezes o comprimento do maior rapel (2Xpara o rapel + 1Xcorda de socorro).
Como exemplo temos que para a Madeira é importante levar cordas de 90 a 100 metros, no Continente entre 20 a 60 metros.
Manutenção e Utilização da corda
As maioria das cordas semi-estáticas vão diminuir de tamanho ao longo do tempo (5 a 10%) e especialmente quando são molhadas a primeira vez.
As cordas novas devem ser molhadas e secas lentamente à sombra, antes da primeira utilização, estas vão encolher cerca de 5% aumentando a sua resistência e reduzir a possibilidade de deslizamento da camisa.
O comprimento das cordas e o meio deve ser marcado com recurso a marcador próprio . No entanto, há quem não defenda esta solução pelo facto de que se for necessário cortar a corda as marcações deixam de ser reais e aumentam as situações de risco. Nestes casos é indispensável alterar as marcações.
Não se deve utilizar qualquer fita ou borracha para marcar as cordas, devendo mesmo retirá-las se estas vierem de origem. Podem bloquear um shunt ou valdotain no rapel, ou ficarem retidas num maillon rapide.
É aconselhável molhar a corda antes de fazer rapel, para diminuir o aquecimento.
Sempre que há potenciais roçamentos devem utilizar-se técnicas específicas para os evitar ou diminuir: rapel alargável dando um pouco de corda entre cada pessoa que desce, utilizar protectores de corda (ou um saco), rapeis guiados, utilizar desvios ou fraccionamentos, etc.
23 de mai. de 2011
Comunicação em Canyoning
Comunicação com sinais sonoros (recorrendo a um apito)
Linguagem gestual apresenta grande importância no canyoning
Para além destes tipos de comunicação é aconselhável levar um telemóvel resguardado no tanque estanque, que pode ser bastante útil em caso de acidente. Mesmo que no canhão não exista rede, pode facilitar a comunicação em partes mais altas. Em determinados locais pode igualmente ser útil recorrer-se a rádios transportados em sacos estanques.
1 - Os sinais sonoros embora limitados, são a comunicação mais utilizada em canyoning sempre que a comunicação normal é difícil. Em relação à comunicação com gestos, apresenta a vantagem de poder ser utilizada mesmo que não haja contacto visual entre as pessoas.
Desta forma um apito é um instrumento indispensável que todos os praticantes de canyoning devem levar em local acessível. Para além dos sinais convencionais em baixo apresentados, os praticantes podem combinar outras combinações para aumentar o expectro da linguagem.
Um apito = Stop, fim da manobra, parar de dar corda
Dois apitos = Livre, corda livre para outra pessoa começar a fazer rapel
Três apitos = Dar corda, corda curta ou dar corda porque companheiro está bloqueador
Sequência de 3 apitos curtos + 3 longos + 3 curtos = Help, Necessito de ajuda, perigo (código morse)
2 - O código gestual que aqui se apresenta foi elaborado pelo guia Dominique Stumpert e adaptado do livro "Manual de descenso de barrancos" da Escola Aragonesa de Montanhismo.
Através da utilização destes gestos simples e fáceis de memorizar será possível comunicar durante uma actividade de canyoning, isto se manter o contacto visual.
Embora possa parecer um preciosismo muitas vezes desnecessário, especialmente em canyonings com pouco caudal, noutras situação a comunicação gestual pode ser fundamental para evitar acidentes.
Sim - Tudo Bem Punho fechado com polegar levantado | Autossegura-te Punho fechado e movimento semi-circulatório de cima para o anel do arnês | ||
Não Movimento de limpa para-brisas com mão fechada e indicador levantado | Dar corda Num rapel extensível, passar a descer o companheiro Grandes movimentos circulares com um braço | ||
Socorro - SOS De pé com braços estendidos e abertos. | Utilizar a corda Dois punhos fechados um em cima do outro. Corda - dois punhos um ao lado do outro | ||
Stop Braços cruzados em cima com as mão abertas.Não avançar é necessário reconhecer primeiro | Recuperar corda Movimento de hélice com braço para cima, um punho serrado e indicador levantado | ||
Stop Outra forma de dizer para parar. Braço levantado com palma da mão virada para os companheiros | Dar corda Movimento de hélice com braço para baixo, um punho serrado e indicador levantado | ||
Chamar a atenção Braço levantado e separado do corpo, com a mão a abrir e fechar interruptamente | Cortar a corda Mão a realizar movimentos de serra sobre a palma da mão aberta e virada para cima | ||
Pode saltar Uma mão faz o sinal de OK e a outra indica o local | Obstáculo na água As duas mãos formam um telhado pontiagudo. Não saltar ou indicar local para onde não se deve saltar | ||
Profundidade da água A partir de 2 metros indicar o nº de metros com os dedos das mãos | Perigo aquático Golpear com a palma da mão na superfície da água. Indicar alguma dificuldade como corrente forte | ||
Rápido Antebraço para baixo, punho fechado e com movimentos laterais | Nadar Imitar movimento de natação com os braços | ||
Direcção horizontal Braço horizontal com palma da mão aberta. | Direção Vertical Punho fechado com indicador estendido. Realizar movimentos com o braço para acentuar a direção. |
































