31 de mar de 2011

"Resgates"

O resgate de uma vítima é, sem sombra de dúvidas, a operação mais complexa, dentro das atividades de trabalhos em altura, motivo este que exige que os trabalhadores resgatistas, estejam devidamente treinados e preparados.
           Em uma operação de resgate, o resgatista não tem a opção de escolher o local mais favorável, o local já está definido pelo posicionamento da vítima, a ele cabe apenas definir a melhor estratégia para acessar a vítima e efetuar o resgate, no menor tempo possível.
           Os regates em altura podem ser divididos em duas categorias básicas:

"Resgates Simples" e "Resgates Complexos"

Resgates Simples, entende-se que a vítima sofreu um acidente qualquer, e acabou suspensa por seu talabarte e está impossibilitada de sair dessa situação, pelos seus próprios meios, seja por estar inconsciente ou não.
             Na maioria das vezes o resgate poderá ser efetuado por apenas uma pessoa que transferirá a vítima para uma corda de descida e a baixará, com auxilio da gravidade, até o solo ou alguma superfície estável.
             Nos Resgates Complexos, entende-se que a vítima sofreu um acidente com fraturas ou outras complicações graves, que exijam que ela tenha algum tipo de atendimento e tenha que ser acomodada em uma maca, e posteriormente baixada ou suspensa para uma superfície estável e entregue aos cuidados dos serviços médicos.
             No resgate complexo haverá o envolvimento de muitas pessoa e equipamentos.
             Esta situação apresentada, não é a única que exigirá uma operação de resgate complexo.
             Qualquer que seja o tipo de resgate, a rapidez, é de vital importância, uma das razões são as conseqüências advindas de uma suspensão inerte, as quais podemos chamar de "Mal da Suspensão Inerte".
              Suspensão inerte é a situação em que uma vítima, equipada com cinto de segurança, permanece suspensa, completamente sem movimentos, seja por estafa ou inconsciência, nessas condições, as fitas do cinto de segurança, pressionam os membros inferiores, dificultando a circulação.
              Mal da Suspensão Inerte, são as conseqüências advindas após algum tempo de suspensão inerte.
              Embora ainda não totalmente claro, a ponto de podermos evita-lo, o Mal da Suspensão Inerte, pode ser definido como: "Alteração do sistema cardiovascular pela diminuição do fluxo de sangue que permite a falta de suplemento sangüíneo ao cérebro, seguido rapidamente de morte".
              O tempo "médio" que uma pessoa pode suportar, antes de ser fulminado pelo mal da suspensão inerte, está em torno de dez minutos (como é um tempo médio, algumas vítimas sucumbem antes de decorrido este tempo.).
              Portanto é de suma importância, que uma vítima que esteja na condição de suspensão inerte, seja removida em um tempo máximo de dez minutos.
 




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30 de mar de 2011

Sistemas de Polias

Sistemas de Polias
           O sistema de polias é um sistema simples porém engenhoso, que nos permite levantar cargas relativamente pesadas, dispendendo pouca energia.
            Para montarmos um sistema de polias, simples, necessitamos apenas de algumas polias, alguns mosquetões e uma corda.
            O sistema mais simples, e o 2:1 (dois para um), o que significa que teremos o peso da carga dividido por dois; e daí evoluindo para 3:1, 4:1, 5:1 e assim por diante, até sistemas mais complexos.
            Basicamente, quase qualquer tipo de polia técnica se presta para montar-mos um sistema de redução de carga, porém as de maior diâmetro são as mais indicadas, por proporcionarem um melhor rendimento.
            Um bom entendimento do mecanismo de redução e um treinamento básico, são essenciais para podermos avaliar e montar o sistema mais indicado para cada caso.
            Os sistemas de polias são elementos indispensáveis em qualquer tipo de resgate, seja para elevar uma maca por dezenas de metros ou elevar uma vítima, em suspensão, apenas alguns centímetros, para poder-mos transferi-las para uma corda.
            Outra aplicação valiosa para os sistemas de polias, é o içamento ou descida de cargas pesadas, em torres, por exemplo.

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